Chegara a casa. Na sala debitava os meus últimos cigarro e whiskey. Meu filho Paulo André repousava, no quarto, os seus 10 meses. Apanhei uma Revista. Francesa. De repente um ruido ensurdecedor fez-me saltar da comodidade do sofá. Eram 02.37h. Sexta-Feira. O candeeiro do teto bailava. As pedras de gelo do copo chocavam-se num estranho bailado. Acerquei-me da varanda. O prédio defronte aproximou-se e recuou. Será? Então entendi. Corri para o quarto e peguei no meu rebento. Acordou e\"sorriu-me\" como sempre acontecia. Abalei não esquecendo a garrafa do nektar supremo. Atravessei a rua e entrei como, normalmente, acontecia pelas trazeiras do RCP. Reinava o luzcofusco das luzes de presença. O técnico Carrilho coordenava as operações. Na Redacção o Carlos Manuel [Adesivo] tentava responder aos telefones que não paravam. A E.N. estava fechada. A R.R. sem som fechada estava pois não tinha emergência. Havia k sossegar a população. Contactámos todos os Serviços ligados à Protecção Civil. Com estes e os telexes k chegavam iamos dando conta do k se passava. A normalidade ia chegando. Chegando tambem o Zé Ribeiro e o Fernando Jorge k do Estoril voltavam duma noite de copos. \"- MAS O K É K SE PASSA? NÓS É QUE ESTAMOS BEBEDOS E SÓ VEMOS GAJOS EM PIJAMA A CORRER PELAS RUAS...\" Aperceberam-se então k as luzes-presenciais só se activam quando o gerador dispara. Voltaram à real. No Estúdio 5 o Carrilho acordava o Crisóstomo e os Emissores do FM foram medidos às 06.h para começarem a emitir às 07.h O pessoal, já era manhã ia aparecendo. O meu trabalho terminara. Voltei para casa sem a botella. Vazia ronrronava nos braços do Fernando. Voltei para casa e ainda brinquei com o meu filho. A Renate arranjou-me uma bebida
. KUANDO O RÁDIO FOI O CLUB...
. AUTOMOBILISMO DE...HELICO...